28 julho 2014

Desapego




Temos que sair plantando sementes de novas flores, novas cores... Novos amores. E eles vicejarão livres e desimpedidos. Restabelecendo nosso equilíbrio amoroso. Nossa felicidade sentimental. Os frutos dessa reação mais do que necessária brilharão ao sol de um novo tempo. Onde os antigos amores poderão ser vistos e sentidos apenas como lembranças. Como marcas de amadurecimento, de coisas bem-resolvidas... E nunca como sentenças que temos que amargar pelo resto da vida. Novos amores devem ter o viço de novos amores. Simples assim. (Maurício de Souza)

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